Para algumas mulheres, amar é sempre sinónimo de sofrer.
A este padrão de comportamento, Robin Norwood chama amar demais.
As mulheres que amam demais…
São atraídas por homens perturbados, distantes, temperamentais – e ignoram os “bons rapazes”, que consideram aborrecidos;
Põem de parte amigos e interesses para estarem sempre disponíveis para ele;
Sentem-se vazias sem ele, muito embora estar com ele seja um tormento.
Através de uma série de relatos de casos íntimos e reveladores, Robin Norwood apresenta a estas mulheres um caminho possível no sentido de relações mais equilibradas e gratificantes.
Amar demais não significa amar demasiados homens, ou apaixonar-se com frequência, ou sentir um amor profundo e genuíno por outra pessoa. Significa, na verdade, ter uma obsessão por um homem e designá-la por amor, permitindo-lhe que controle as suas próprias emoções e grande parte do seu comportamento e, apesar de se aperceber de que esta obsessão influencia negativamente a sua saúde e bem-estar, ser incapaz de se libertar dela. Significa medir o grau do amor que sente através da profundidade do seu sofrimento.